Dr. Ureliano Cintra, cardiologista integrativo em Presidente Prudente

Comecei tratando o que aparece.
Hoje, trato o que faz aparecer.

Cardiologista há 26 anos. Acredito que o futuro da medicina — e da sua saúde — está em tratar a causa, não a consequência.

Olhe ao redor. Estamos adoecendo.

No Brasil, mais de 6 em cada 10 adultos estão acima do peso. Um em cada quatro vive com obesidade. O diabetes mais que dobrou em uma geração. Nos Estados Unidos, apenas 1 em cada 8 adultos é metabolicamente saudável.

Não é falta de remédio. Nunca se tratou tanto — e, ainda assim, a cada ano, mais gente adoece, e mais cedo.

A pergunta que quase ninguém faz é a mais importante:
por quê?

Fontes: Vigitel / Ministério da Saúde; estudos populacionais NHANES (EUA).

O que você tem hoje não é sentença.
É consequência.

Por muito tempo, acreditou-se que a saúde era destino escrito nos genes. A ciência mostrou o contrário: estima-se que cerca de 80% do nosso risco de adoecer ao longo da vida não está nos genes — está no modo como vivemos, comemos e cuidamos (ou não) do corpo.

Isso muda tudo. Se a maior parte do que adoece vem de causas, e não de sentença genética, então a maior parte também pode ser investigada, corrigida e mudada de rota.

Fontes: Rappaport SM. Genetic Factors Are Not the Major Causes of Chronic Diseases. PLoS ONE, 2016. · Smith MT, Rappaport SM. Environmental Health Perspectives, 2009.

Uma medicina que usa o que há de mais avançado —
sem esquecer o básico: como o corpo funciona.

Foi isso que mudou a minha prática. Voltei ao manual — à fisiologia, à bioquímica, ao funcionamento real do organismo — e somei a ele a tecnologia de diagnóstico e os recursos da medicina atual. Não é escolher entre um e outro. É integrar.

Essa visão se sustenta em quatro pilares que guiam toda a minha prática.

Conhecer os 4 pilares da minha medicina →
O corpo é uma máquina poderosa. Mas nenhuma máquina funciona bem com o combustível errado. Entender como o corpo funciona — e dar a ele o combustível certo — deixou de ser detalhe. Virou o centro.

Existe um caminho para resetar a rota.
Eu o chamo de Cuore Reset™.

É a metodologia que desenvolvi para aplicar tudo isso de forma estruturada: reestruturar hábitos, reorganizar o que entra no corpo, restaurar as vias metabólicas e dar suporte às próprias células. A partir daí, o corpo reencontra a capacidade de se reorganizar.

Com acompanhamento médico, é um caminho que pode conter danos e, em muitos casos, levar à remissão de quadros como diabetes tipo 2, à melhora da obesidade e da hipertensão — sempre de forma individualizada e respaldada na ciência.

Mas o que o paciente sente é mais simples que a fisiologia: energia que volta, disposição, clareza, prazer em viver. A capacidade de fazer aquilo para o que se foi feito.

Conhecer o método Cuore Reset™ →

Quem eu sou

Dr. Ureliano Cintra

Cardiologista há 26 anos. Vim da medicina tradicional e fui mais fundo.

Formado em Medicina pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) em 1999, sou cardiologista e clínico geral (CRM-SP 106610) e criador do Método Cuore Reset™.

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Dr. Ureliano Cintra

A Cuore Integrative

CEO e responsável técnico da Cuore Integrative.

Fundei a Cuore Integrative para dar estrutura à visão que descrevi aqui: tecnologia de diagnóstico, equipe multidisciplinar e um modelo de gestão de saúde contínua — não consultas isoladas. É onde essa forma de cuidar ganha corpo.

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Ambiente da Cuore Integrative

AVALIAÇÕES

Quem já se consultou.

5,0 de 5 · mais de 700 opiniões verificadas no Doctoralia

A vida é um malabarismo.
E uma das bolas não pode cair.

Carreira, família, finanças, projetos, fé. A vida vai colocando bolas no ar e a gente aprende a equilibrar.

Quase todas, se caem, a gente recupera. A bola da saúde, não. Quando ela cai, estilhaça — e derruba todas as outras juntas.

Cuidar da causa é proteger a bola que sustenta o resto.

Pronto para tratar o que faz aparecer?

Uma avaliação aprofundada, feita para investigar a origem — não só anotar o sintoma.